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domingo, 12 de maio de 2013

Fraudes no Banco Cruzeiro do Sul alimentaram campanhas tucanas

Relatório do Banco Central divulgado pela revista Isto É deste final de semana mostram que banqueiros grampearam o próprio BACEN, irrigando campanhas tucanas com R$ 12 milhões. O rombo no mercado foi de R$ 2,2 bi, e o maior beneficiário foi José Serra (PSDB) . Mais um mensalão tucano. Alô, alô, PGR, Barbosa e demais "justiceiros": quando é que isso vai merecer um julgamento?

Segue um aperitivo do texto:

"Na última semana, ISTOÉ teve acesso a um relatório exclusivo da Comissão de Inquérito do Banco Central com novas revelações sobre a bilionária fraude do Banco Cruzeiro do Sul, que sofreu intervenção em junho do ano passado e foi liquidado três meses depois. O documento de 247 páginas revela que o esquema criminoso montado pelos banqueiros Luis Felippe Indio da Costa e Luis Octavio Azeredo Indio da Costa, pai e filho, foi ainda maior do que a Polícia Federal e o Ministério Público tinham conseguido apurar. O banco contou ainda com a omissão de grandes empresas de consultoria e até com um aparato de arapongagem que garantia acesso a informações privilegiadas.
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Na documentação, obtida com exclusividade por ISTOÉ, pareceres e notas jurídicas revelam a incrível variedade de crimes cometidos e o tamanho do golpe. Segundo o relatório, foram feitas 682 mil operações de empréstimos fictícios – o dobro do que a PF e o Ministério Público imaginavam. Os auditores do BC também concluíram que houve desvio de recursos por triangulação e encontraram indícios veementes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O rombo deixado pela gestão fraudulenta dos Indio da Costa, que era estimado em R$ 1,3 bilhão, ultrapassa os R$ 2,2 bilhões, conforme o relatório do BC. Agora, a Polícia Federal quer saber se o dinheiro da fraude teve como destino paraísos fiscais, contas de laranjas ou campanhas políticas, como a do tucano José Serra. Nas eleições de 2006, 2008 e 2010, o Cruzeiro do Sul doou quase R$ 12 milhões para políticos de diversas legendas. O partido mais beneficiado foi o PSDB. Em 2010, o Cruzeiro do Sul injetou R$ 1,2 milhão na campanha do vice de Serra, Indio da Costa, primo do presidente do banco. Também doou R$ 1,8 milhão diretamente para o diretório nacional do PSDB, principal cofre da campanha serrista. Outro R$ 1,3 milhão foi distribuído para diretórios tucanos empenhados na campanha de Serra. A instituição buscava proteção financiando políticos e mantinha uma boa relação com os tucanos. Ainda não é possível afirmar, no entanto, que o dinheiro que acabou nas campanhas eleitorais tenha vindo direto das operações fraudulentas dos banqueiros. Mas a PF já investiga essa possibilidade.

Leia a matéria completa em http://www.istoe.com.br/reportagens/297699_RELATORIO+FINAL+DO+BC+MOSTRA+FRAUDES+E+GRAMPOS+DE+UM+BANCO+QUE+ADORAVA+AJUDAR+POLITICOS?pathImagens&path&actualArea=internalPage

terça-feira, 27 de março de 2012

Serra trocou churrasco e transporte por votos nas prévias tucanas

Tucano tem bico grande para ter como se segurar quando outro tucano lhe passa a perna. Além de ter tido votos de metade dos 32% de filiados que compareceram à convenção do PSDB de São Paulo, o então pré-candidato José Serra bancou churrasco e transporte para trazer filiados mais humildes ao evento. E votar nele, claro. Quem diz isso não é nenhum jornal de esquerda, mas o Estadão, que o apoiou nas últimas aventuras eleitorais. Coisa de coronel, de política do século XIX. Ai, Zé Serra, assim você se enrasca!

Veja aqui a matéria:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,para-atrair-eleitor-tucano-transporte-e-churrasco-,853338,0.htm


domingo, 25 de março de 2012

SP : Serra terá apoio de meio PSDB

Mesmo com apoio de FHC, do governador Alckmin e de Aécio Neves, que estão loucos para vê-lo preso a uma mesa na prefeitura de São Paulo em atrapalhar o rumo de Aecinho em 2014, o candidato José Serra teve 52% nas prévias do PSDB que escolheu o candidato a prefeito em 2012. Votaram cerca de 6 mil tucanos paulistanos. 48% dos tucanos paulistanos não o querem, e deverão bandear-se para outros galhos.

Com tantos problemas pela falta de discurso de oposição e pelo constante assédio fisiológico dos partidos governistas, o PSDB ainda tem que aturar essa mala sem alça. O candidato do PSDB que o PT gosta. Hoje é favorito nas pesquisas, mas sobre sua cabeça sensível a bolinhas de papel pende uma espada: a CPI da Privataria.

Hoje essa proposta está quietinha no Congresso, em banho-maria por parte do governo, que não terá nenhum escrúpulo para usar as bandalheiras tucanas da era FHC para transformar a campanha eleitoral de Sampa num verdadeiro chiqueiro. E ainda vai sobrar para o resto do tucanato. 

sexta-feira, 9 de março de 2012

Cadê a CPI da Privataria?

Já estamos em março e nada de notícias sobre a CPI que deverá jogar luzes sobre o obscuro e corrupto processo de privatizações que teve seu auge no governo FHC, tendo como peça central José Serra (PSDB-SP).

Em dezembro passado, o deputado Delegado Protógenes, com assinaturas de parlamentares de diversos partidos, inclusive o PT, deu entrada no pedido de CPI, mas até agora ninguém mais falou nada sobre isso.

Enquanto o Congresso se cala diante da roubalheira que deveria investigar, José Serra posa de santo e se candidata à prefeitura de São Paulo, onde é favorito nas pesquisas. O que estão esperando? Começar o processo eleitoral para aí então desmascarar Serra e botar na gaiola quem roubou o Brasil nas privatizações? O PT vai querer fazer acordo com os tucanos para também jogar para baixo do tapete as patifarias do Mensalão em troca de livrar a cara de Serra & Cia?