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sábado, 29 de março de 2014

Brasília : Cartel dos postos aumenta preços de combustíveis

Cartel dos postos aumenta combustíveis em Brasília. Enquanto o governo apanha da mídia porque a Petrobrás não aumenta combustíveis, em Brasília o preço da gasolina subiu de R$ 3,07 para R$ 3,15 , e o do álcool de R$ 2,36 para R$ 2,69 desde a segunda-feira passada sem nenhuma justificativa.
Isso em praticamente todos os postos. Motoristas protestam abastecendo pequenas quantias, exigindo nota fiscal, pagando em cartão e boicotando postos BR, o que é inócuo, já que o cartel abrange todas as bandeiras.

Já é previsível que sem-noção de todo o país, sem saber do que se trata, comecem a acusar o governo pelo "aumento" enquanto apoiam os ataques de mídia à Petrobrás justamente porque o governo não deixa aumentar os preços. O pior é que os motoristas não têm alternativa. O cartel dos postos acontece em todo o Distrito Federal, não tem como fugir de pagar tais preços.

Cadê o CADE, cadê a ANP? Abaixo o cartel dos postos!

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/foto/2014-03/protesto-contra-o-aumento-da-gasolina-em-brasilia

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Mídia Bandida 0027 : Propinoduto tucano vira "cartel" na Globo

Fonte : Facebook (Porra Serra!)
Na mesma linha o CADE, órgão público que combate a concentração de empresas, formação de cartéis e oligopólios, que está investigando o caso do desvio de bilhões no metrô de São Paulo, é chamada pela mídia bandida de "polícia política". Dizem que tudo é eleitoreiro. Serra, Alckmin, FHC, ninguém sabia de nada. A estimativa mais conservadora fala em mais de R$ 400 milhões de reais desviados.

Fonte : Facebook 
Facebook: Soldadinho de Chumbo
Agora que as pessoas estão mais espertas, fica claro ver que a mídia é partidária, a partir da blindagem que fizeram por mais de uma semana  sem publicar nada sobre o caso. Apenas a revista Isto É fez as reportagens, e a blindagem acabou quebrada pela ampla circulação de informações pela internet. Somente na sexta a Folha de SP publicou o caso. No mesmo dia à noite, no Jornal Nacional, a notícia era dada com incômodo e já desqualificada, com ampla defesa pelo governador Alckmin.

Não é à toa que a Abril, editora da VEJA, está passando por "reestruturação", ou seja, demitindo jornalistas, fechando revistas e sites, etc. Se o governo de São Paulo sair de mãos tucanas, certamente as fartas assinaturas de revistas da empresa para desinformação de alunos nas redes públicas, bibliotecas, etc, será revista. Fora a perda de credibilidade que vem trazendo cancelamento de  assinaturas, afinal, quem paga por lixo é empresa recicladora.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Petrobrás : Cartel na Argentina?

Circulam pela internet e-mails comparando os preços da gasolina brasileira com a argentina. Nas regiões de fronteira é comum brasileiros pagarem R$ 2,20 no país vizinho, deixando de pagar R$ 2,80 no Brasil. Segundo a Petrobrás, que publicou gráfico comparativo de preços entre diversos países no seu blog, a nossa gasolina é cara por causa dos impostos, mas é mais barata que a da Alemanha, Japão, Reino Unido e Itália. Não cita a Argentina na comparação, mas mostra que China e Estados Unidos têm combustível mais barato.

Já a Argentina cita a Petrobrás Energia, subsidiária da Petrobrás,  num processo por suspeita de formação de cartel com outras grandes do setor, como a Repsol-YPF, Shell, Esso e Oil. Segundo as autoridades de lá, o preço do diesel estaria até 30% acima do que seria o valor real, encarecendo os transportes de cargas.

Por lá a privatização neoliberal foi mais a fundo que aqui, e a estatal petrolífera YPF foi privatizada, vendida à espanhola Repsol em 1999 no governo de Carlos Menem. Aproveitando os baixos preços das empresas na crise e as vantagens do governo entreguista, a Petrobrás entrou no mercado de lá comprando até refinarias e fazendo boa presença no mercado de distribuição de combustíveis.

O governo argentino perdeu seu instrumento de ação perante os cartéis com a privatização, e agora amarga com as jogadas que o setor de energia faz pelo mundo. Se no Brasil o cartel corre solto por absoluta falta de operância da ANP, na Argentina a coisa parece não ser conivente com as empresas de petróleo.