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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Obama espionou México, Alemanha e França e mata com drones

Até eu, Obama?
Brinquedos assassinos
Nossos colonizados vira-latas urraram quando a presidente Dilma denunciou o governo do presidente Barack Obama (EUA) como espião, e o acusou de desrespeitar os direitos humanos e solapar a democracia. Isso na Assembléia Geral da ONU. E propôs uma nova ética nas comunicações. Nossa mídia não perdoou o que chamou de "absurda prepotência" tupiniquim. E depois as mídias de esgoto propagaram que só países que Dilma defendeu a censura nas comunicações eletrônicas, pois teve apoio da China e Rússia.

Nada como um dia atrás do outro: agora México, Alemanha e França protestam junto ao governo americano pela "deslealdade" da espionagem. Merkel e Hollande suspeitam de escuta dos celulares. Por coincidência os grampos e espionagem em e-mails acontecem quando EUA e Europa discutem um acordo de livre comércio, que poderá ser inviabilizado pois empresas norte-americanas poderiam ter em seu poder informações privilegiadas. Assim como tiveram com dados roubados da Petrobrás sobre o pré-sal. Quando Dilma denunciou ficaram em cima do muro para não bater de frente com o a
liado imperialista. Agora a ficha caiu.

Se os brasileiros de baixa auto-estima criticaram nosso governo de ser incompetente para impedir a espionagem, que nossos sistemas de defesa não prestam, que nada presta no Brasil, como ficam agora diante de duas potências de alta tecnologia na área de telecomunicações também serem atingidas pela espionagem na internet e grampos telefônicos? Vão dizer que a Alemanha é incompetente em telecomunicações? O problema é muito maior: há um governo criminoso, ladrão de informações, apunhalando seus aliados pelas costas. Alguns até já podiam saber, mas agora a reação vem sendo mais forte porque há interesses econômicos poderosos no roubo de informações privilegiadas.

Para completar a ficha criminal do governo Obama, a Anistia Internacional e a Human Rights Watch denunciaram seu governo como assassino pelo uso de drones, que vem matando indiscriminadamente e sem respeitar soberanias nacionais gente em diversos países. Obama diz que o uso de aviões assassinos é ético, legal e inteligente.


Além de espionar para empresas ganharem dinheiro, o governo Obama mata gente inocente sem respeitar os outros países. E os nossos "colonizados" ainda acham que a América é um bom exemplo para nós. 

terça-feira, 12 de março de 2013

Drones : Assassinos sem fronteiras

Com a barbárie campeando no direito internacional o conceito de soberania parece perdido no tempo. A pretexto de combate ao terror, a palavra assassinato também ganhou outras variantes como "neutralização", "eliminação" e outras que o noticiário adocica para não aumentar o dolo sobre os criminosos institucionais. A política de assassinatos do governo norte-americano do "democrata" Obama já matou mais de 2.500 pessoas, muitas inocentes. O avião não tripulado entra em qualquer país, escolhe um suposto alvo, atira míssil, mata quem estiver por perto, destrói propriedades, tudo por controle remoto, como se fosse um videogame, jogado a milhares de quilômetros de distância.

Cabe a questão: se a "inteligência" do Tio Sam achar que tem um terrorista se escondendo num bairro populoso numa cidade brasileira, mandar o drone jogar um míssil, matar uma porção de gente, como vamos tratar isso? E se a Rússia fizer o mesmo em Nova York? Muito bom o artigo do prof. de História da UFF, Daniel Aarâo Reis, que trata desse tema hoje no jornal O Globo (incrível, mas às vezes botam alguma coisa boa lá!), chamado "O cachorro que andava sobre dois pés". Clique no link a seguir para ler: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-cachorro-que-andava-sobre-dois-pes-7808275