
O mais impressionante como a Falta de Noção que Assola o País - FANOAPÁ - encontra adesões de mulheres, favoráveis à supressão da legislação que assegura aos vulneráveis algum tipo de preferência. Há comentários diversos nesse sentido.
Se a mulher avaliou os riscos e resolveu desfilar, é uma questão pessoal. Se uma mulher grávida acha que pode ir em pé no trem sem usar o assento exclusivo, vai da sua condição física e da sua opção. O que não se pode é a partir de uma exceção condenar a regra.
Torço para que essas pessoas um dia precisem de um assento preferencial e encontrem um deles mesmos fingindo que está dormindo porque acham que gestante, idoso e deficiente físico "aguentam".
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